domingo, 15 de dezembro de 2024
domingo, 8 de dezembro de 2024
sexta-feira, 6 de dezembro de 2024
Bolota

Cai uma bolota,. Dá uma cambalhota. Cai na terra. E logo se enterra. Nasce um rebento. Apanha sol, chuva e vento.
Temos um país de Luz,
Que a todos nos seduz;
Que o mundo ilumina
E os estrangeiros fascina.
Fomos a vários países
E lá criamos raízes;
Trocamos saberes e culturas
E vivemos grandes aventuras!
Para sempre na memória,
Pela sua honrosa história;
Somos um povo de alegria
Com ótima gastronomia.
Todos gostam do nosso vinho
E o tratam com carinho;
Admiram as paisagens
Que inspiram muitas viagens.
A cortiça é conhecida
E nunca será esquecida;
Em rolhas ou objetos,
Faz parte de muitos projetos.
Conhecido pelo Fado,
Que é muito conceituado;
Portugal é um país,
Que a todos tem encantado!




domingo, 24 de novembro de 2024
Casa nas Regadas
A minha casinha de campo
Tantos anos já passados
Era a casa dos meus sogros
É também dos meus cunhados!
Eu fiquei mais na lareira
A cozinhar que beleza
A Isabel trabalhadeira
Ficava mais na limpeza
Quando eu tirava a panela
E na mesa punha o comer
Tinha que gritar á janela
Ai que está a arrefecer
A casinha ficou alindada
Depois desta trabalheira
A Isabel foi para Lisboa
Eu vi para a castanheira
.
Medronho
O Medronho!
Ê verde, amarelo
é fruto de sonho
redondo tão belo
vermelho o medronho.
sem folhas nem ramos
no cesto lá ponho
e juntos la vamos
apanhar medronho.
De encostas a pique
nos campos da serra
a tarde apanhei
Cá na minha terra
E o tempo passado
numa cura lenta
o mosto é dourado
enquanto fermenta.
aromas já lega
na dorna dormindo
no frio da adega
o março vem vindo.
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terça-feira, 15 de outubro de 2024
quarta-feira, 9 de outubro de 2024
Cantinho da gestosa
Foi nos anos 60!
Parece mentira, mas é verdade
Foi no século passado
Nasceram 18 crianças
Neste cantinho sagrado
Muita miséria e pobreza
Era uma sopinha e pão
Mas podem ter a certeza
Que havia educação
E numa luta danada
As vezes de quando em vez
Lembro de ser partilhada
Uma sardinha por três
Chegava ao fim da semana
Cozia se outra fornada
O resto tinha bolor
Mas nunca sobrava nada
Lá iam eles para a escola
Descalços pelas estadas
Só levavam uma sacola
Voltavam com as mãos calejadas
Era a régua a trabalhar
Nesses tempos de outrora
A arrear e a ensinar
Era assim a D Aurora
Estes cachopos se criaram
Com sofrimento e dor
Mas foi daqui que saíram
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