segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Setembro

 Mesmo agora olhei o horizonte

Fiquei com grande desgosto
Cheirou me mesmo a Outono
La se vai embora Agosto!
O mês que mais adoro
Me alegra o coração
eu amo tanto o calor
é uma consolação
Não gosto nada do inverno
Pra mim nem é bom pensar
Para mim é um inferno
Até já me estou arrepiar
Sopra, levezinho o vento,
Já no fim do mês de Agosto,
passa por sobre meu rosto
e sobre o meu pensamento.
Vai levando meu desgosto!
Agosto só é o mês do desgosto
para quem não souber aproveitar
Ate mesmo depois do sol posto
podemos ir passear
E agora :
Seja Bem-vindo, Setembro
Inspire fé, otimismo e esperança
Logo a seguir outubro e Novembro
E mais um ano que fica na lembrança!
.

Adeus AGOSTO

 a

Adeus Agosto

Setembro acabou de chegar
Agosto me deixa saudade
É verdade, não vou negar
Fico com grande ansiedade
Os turistas foram pra sua terra
agora fica apenas nostalgia
e daqui do fundo da serra
Já se vê diminuir o dia
O verão é meu amante
Muito calor, que bom mergulhar
Eu amo o verao assim escaldante
O inverno -me custa a passar
Então SETEMBRO que chegue em bem
Pafa todos com saude paz e amor
Nossa senhora nos abençoe
E CUIDE DE NOS O SENHOR
O verao chega ao fim, mas deixa marcas
que não se apagam com o tempo
vamos despedir dos dias longos,
da luz dourada e dos bons momentos


quarta-feira, 5 de março de 2025

Casaco Pacheco

 O nosso Pacheco

Robusto, já velho
Ele de chapéu preto
A mãe de amarelo
O casaco tão usado
Em tantos carnavais
Está roto, esfarrapado
Não dá para mais!
Agora a sua mae
Que por ele faz tudo
Está a fazer um novo
Para ele vestir no Entrudo!




Carnaval grelo da ti Maria

 Pro grelo está mal

Não há grelo no carnaval!
O Grelo da ti Maria
Está queimado da geada
Foi a praça pro vender
O grelo nao vale nada
SE não fosse o raio do gelo
Ai a pobre da mulher
Vendia bem o seu grelo
Mortinho ninguém o quer !
Ja nao tem concerto o raio do grelo !




sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Versos parecidos com os de aleixoo

 UMA GOSTA A MAIS

Quem havia de dizer
O que me acontecia
Comia tudo sem saber
Tinha a gota não sabia
Eu que gostava tanto
Duma cerveja fresquinha
Prá gota é um encanto
Que pouca sorte a minha
Ela não escolhe idade
Sejas velho ou novo
Sua força de vontade
Destruir todo um Povo
Começa na articulação
Com comichões insuportáveis
Gasta-se as unhas da mão
Com arranhões incuráveis
Jovem dou-te concelho
Evita todo acidez
Quando chegares a velho
Depois é a tua vez
Gota a gota sem saúde
O corpo fica inchado
Fazer pra que a coisa mude
Deixa o acidez e salgado
Se for uma gota dágua
Essa sim é bem vinda
Quando chove acaba a mágoa
Mas pouco choveu ainda
Vou dar por terminado
Esta verdade versada
Com dedo da mão inchado
Tremo , não se percebe nada --------------------------------
Perguntei ao deus da água
Perguntei ao deus da água
Porque no Algarve não chovia
Dá-me pena tua mágoa
Talvez venha a chover um dia?
São castigos da divindade
Que atinge certas regiões
Que perderam a humildade
Rebeldes sem religiões
É apenas um aviso
Pode vir a piorar
Esse Algarve paraíso
Rebelde pode secar
Porque a natureza divina
De repente se revoltou
Pouco a pouco nos ensina
O que ninguém ensinou
Já não rego tua terra
Estás rico não semeias
Da beira mar á serra
Só vejo aranhas e teias
Não respeitas a fartura
Talvez te venha a faltar
Na tua vida futura
Se a fome se instalar
O pobre come á rica
Os filhos não gostam de nada
O que isso significa?
Tiveram educação errada
Bebem logo ao nascer
Cocas colas adocicadas
Com barrigas a crescer
Alimentações erradas
Vivemos todos errados
Cada um no seu cantinho
Com sangues contaminados
Seguimos um mau caminho
O Algarve está poluído
O que chove são turistas
Pouco a pouco destruído
Do lixo desses artistas
O golfo gasta milhões
De litros d água por dia
Á noite as multidões
Deitam-se ao romper do dia
Talvez tenha um lado bom
Esse castigo divino
Pró homem mudar de tom
E por mão no seu destino 🙏_-
--------------------------
s carros enchem a estrada
Com filas , cedo a começar
Vinho tinto chouriça assada
Todos tem em seu lugar
Somos todos acolhedores
Quem o diz são os forasteiros
Esta terra meus senhores
Foi escolhida por estrangeiros
Era a Festa de S Luis
Agora mudou de nome
A das chouriças é que se diz
Eu diria festa sem fome
Para que toda gente veja
Chouriça assada no pão
As brasas são de carvão
Dão o gosto que se deseja
O chouriço tem segredos
O nosso é do caldeirão
Ao comer lambe-se os dedos
Quando se acaba o pão 🥖
Por um dia se esquece
O malvado colesterol
Com um copinho se aquece
Com pão do dia , bem mole
No fim um cafezinho
E um copo de medronho
Volto no meu carrinho
Vir a querença foi um sonho
Para quem gosta de dançar
E não lhe resta mais nada
O Acordionista vai actuar
Pra desfazer a barrigada
Obrigado por terem vindo
Pró ano vai haver mais
Saião de querença sorrindo
Esta festa fás rivais -------------------------