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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Eu sou o Collini


O meu dono sempre foi meu amigo
Então eu sempre amigo dele
Sempre brincou comigo
E eu brincava também com ele.

De repente, não sei como, mas ficou meu inimigo
Meteu-me num saco e começou a andar
Pensei que fosse para me dar algum castigo
Mas infelizmente foi para me abandonar

Deixou-me na selva esquecido
Ainda tenho esperanças de ele voltar
Quando vir que estou ferido e perdido
Voltará para me abraçar

Mas esperei, esperei ninguém voltou,
Nunca mais fui procurado
Sozinho, e a sofrer muito estou
Agora sim sei, fui abandonado

Tenho fome, sede, e estou cansado
Dói-me o corpo, sinto-me doente,
Fui escorraçado, pontapeado e apedrejado
Fui maltratado por gente indecente

Mas um dia Deus se lembrou de mim e tudo mudou:

Alguém me acolheu e me tratou,
Apesar de estar manco doente e cego
À pessoa bondosa que me ajudou,
eu lhe agradeço, pois devolveu-me o meu ego.


quinta-feira, 22 de março de 2012

A primavera

Na segunda feira passada
A Primavera chegou finalmente
A estação mais perfumada
Que deixa a malta contente

Ela é caracterizada
Pela grande variedade de flor
Também é considerada
A estação do amor

Há fragância, jeito e graça
E o perfume paira no ar
Os jardins lá na praça
Convidam-nos a cheirar

É tudo mais colorido e bonito
Nesta formosa estação
Tudo tem um ar catita
Diz o povo e tem razão

A temperatura começa a subir
Vamos todos desfrutar
De um ar puro e perfumado
A qualidade de vida vai melhorar

É a estação que tem mais beleza
Para mim é a mais querida
Pinta toda a natureza
Assim como a nossa vida

As abelhinhass fazem o mel
E os passarinhos vivem a cantar
Cada um faz o seu papel
E assim vou terminar



terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Carnaval

I
O carnaval está a chegar
O sangue começa-me a ferver
É quando posso extravazar
E as tristezas esquecer

II
Se tens alegria e dança
Cá estou para brincar
Neste tempo de festança
Vamos o Carnaval gozar!

III
No compasso do Carnaval
Disfarço-me em fantasia
P´ra mim é um festival
Em nome da poesia

IV
Mascarada com meus versos
A poetizar alegria
Escrevo nos meus disfarces
Poemas de euforia!

V
No carnaval até a poesia
Me dá mais inspiração
Faço versos de magia
Com ou sem educação

VI
Passo a noite a fazer versos
Bonecos e máscaras também
P'ra gozar o Carnaval
Que a correr, lá vem, lá vem

VII
Carnaval é euforia
Na avenida ou no salão
Escolhe-se uma fantasia
Assim se faz apresentação!

VIII
Um sorriso é uma máscara
Que a luz do sol irradia
Se vissem os meus Entrudos
São uma categoria!

IX
No carnaval da poesia
Nem é preciso sambar
Basta vestir a fantasia
E deixar a emoção falar

X
Samba, mulher e cachaça
Pouca roupa e fantasias
Vamos lá depressa passa
O Carnaval são 3 dias!

XI
Ó meu doce mascarado
Carnaval é diversão
Venham dançar a meu lado
Com boa disposição!




segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Fado património mundial

I
De uma longa viagem
Dizem que veio um menino
Amigo da vadiagem
passageiro clandestino

II
Assim que chegou á barra
Soltou a sua garganta
E ao som duma Guitarra
Chorou como quem canta

III
Ele tem feições de mouro
De menino de ouro abandonado
Por lisboa cresceu á toa
Sofreu..e chama-se....Fado

IV
Há quem diga que esse fado
Nascido não sei aonde
É o fruto do pecado
Duma plebeia e de um Conde!

V
O fado veio até nós
Já o ouvi mais que uma vez
Porque ele canta a nossa voz
Sem sotaque, e em Português!

VI
Feliz de quem cantou o fado
De uma forma tão sentida
E o Abraçou com agrado
Ao menos uma vez na vida

VII
Bem hajam todos os fadistas
É assim que me vou despedir
Mesmo aqueles que já morreram
E os que ainda estão para vir

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Feliz ano novo


O Ano 2011 está mesmo a acabar
Vamos à procura de novas realizações
Desejo que o Ano novo que vai entrar
Traga esperança aos nossos corações

Ouça as palavras que sempre desejou ouvir
Pronuncie as frases que um dia desejou repetir
Sinta a emoção que sempre esperou sentir
Caminha pelos trilhos que sempre desejou seguir
Divida o caminho com quem sempre desejou repartir
Abraçe todos os amigos que sempre desejou reunir
Desejo-vos tudo isto do fundo do meu coração
Embarquem todos na viagem da boa disposição!




E em 2012 seja persistente nos seus sonhos, tenha a alegria de buscá-los e a felicidade de achá-los.


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Chegou o Outono

Quando chega o Outono
Após as primeiras chuvadas!
Também nascem os tartulhos
Para fazer umas patuscadas!

Durante esta estação
É um prato muito apreciado!
Mas tem que se ter atenção
A apanhá-los, cuidado!

Encontram-se em bosques de pinheiros
Sejam tartulhos ou cogumelos!
Para serem verdadeiros
São quase todos amarelos

Tem muitas vitaminas
E poder medicinal!
Se forem bem cozinhados
Tem um Sabor divinal

Eles largam bastante água
Porque são criados na orvalhada
Podem comer-se com presunto
Ou mesmo carne Grelhada

Estes versos dos tartulhos
Deixam-me muita saudade
Lembram-me quando ia a eles
No Tempo da Mocidade!

Há uns que fazem doer
Falo deles que sou poeta
Uns dão-se ca mão fechada
E outros ca mão aberta!




Dia Mundial da Massa


Dia Mundial das massa
Também se vai celebrar
Esparguete, cuscus, pevides
Um nunca mais acabar

Estrelinhas, lasanhas, meadas
Todas são boas à mesa
Com refeiçoes equilibradas
Aconselha a “MILANEZA”

Produzidas a partir do trigo duro
As massa são um alimento natural
Ricas em hidratos de carbono
Comem-se e não fazem mal

Dá pra comer com legumes
Até com nabos ou grelos
cá em casa é costume
As massas com cotovelos

São fontes de vitaminas
acessiveis a qualquer carteira
Pra meninos e meninas
Comem-se de qualquer maneira!

É um óptimo ingrediente
E não engorda, atenção!
Seja fria ou seja quente
Sabe bem um Macarrão

Esparguete á bolonhesa
É o meu prato preferido
Uma fonte de riqueza
Pra amiga e pró amigo

Com esta vou terminar
Com uma certa graçinha
Se faltar massa nos bolsos
Que não falte na cozinha!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Encontro de poetas

No dia 10 de junho em Aigra Velha
Realizou-se um grande acontecimento
Muitos poetas a declamar
Mostrando um grande talento!

Eu pessoalmente fui convidada
O que muito me honrou
Apesar de um pouco baralhada
A minha participação brilhou!

O publico por mim a puxar
Pedindo para eu repetir
Eu começei-me a inspirar
E eles não paravam de aplaudir

Fiz uns versos sobre a Serra
E muitos outros que improvisei
Outros sobre a nossa terra
Foi assim que me safei

Um dia para recordar
Que me fica na memória!
Porque esta aldeia serrana
Já está na nossa história

As casas são feitas em xisto
Aquela beleza ali escondida
Uma paisagem de encantar
No meio da Serra perdida

Quero deixar uma saudação
Ao autor deste evento
Sem ele não seria possível
Este tão brilhante acontecimento!


quinta-feira, 19 de maio de 2011

O verão na Castanheira

Está a chegar o Verão
A abrir a Praia das rocas
Vale a pena a confusão
Com tantas caras larocas

Então a Castanheira
esboça um largo sorriso
Esta terra hospitaleira
Passa a ser um Paraíso

E também o poço Corga
É um sítio a visitar
Tem um parque de campismo
E paisagem de encantar

Temos uma linda ribeira
Que passa cá felizmente
Quer ela queira ou não queira
É riqueza desta gente

Farnel não precisam trazer
Façam férias à maneira
Não se podem esquecer
É de trazer a carteira!

Então venham apreciar
Boa comida à maneira
No Gil, até no Lagar
No forum ou na Churrasqueira

Bifes, peixe ou feijoada
Com todos os condimentos
Até uma boa dobrada
Dou-vos os meus cumprimentos

terça-feira, 10 de maio de 2011

Que afronta!

Quarenta e sete euros por dia
Custa um homem na prisão
Mais do que tem a maioria
A exercer uma profissão
E é esta contradição
Que aumenta a confusão

Se dois membros de um casal
Com filhos p'ra sustentar
Têm menor rendimento
Do que um preso a descansar
Não dá para ter orgulho
Ter nascido em Portugal

Há criminosos inatos
Que o são com naturalidade
Outros acabam por ser
Por grande necessidade
A trabalhar são roubados
E acabam também a roubar

Isto é uma espiral
Que só terá fim no dia
Em que o nosso patronato
Começar também a pagar
Quarenta e sete euros por dia
Ou quanto um preso custar

É uma triste realidade!


domingo, 8 de maio de 2011

Poeta

Os poetas tem várias facetas
Com o pensamento chegam a voar
Sem hora, sem rumo, sem rota
Em qualquer parte conseguem aterrar!

O poeta é normalmente
Uma pessoa muito instável
Pode ser burro, ou inteligente
Por vezes admirável

Fazem da vida 1 eterno poema
Ora de tristeza, ora de alegria
É o nascimento de um tema
Desfolhado em poesia

Faz os versos docemente
Até mesmo distraído
Age voluntariamente
Sem ir retribuído

Por norma não é arrogante
Sempre versos de humildade
Protege o seu semelhante
Com amor e simplicidade!

Mesmo alegre ou contente
Chega a encenar um bailado
Diz a verdade e não mente
Mostra sempre bom agrado!

Sou suspeita para falar
Mas assim me vou despedir
Bem hajam todos que já partiram
E os que ainda estão para vir

sábado, 23 de abril de 2011

A pérola do oceano

Onde vais ó Carmicita
Onde vais tu a passear?
Ai, ai, estou numa terra bonita
Ai, ai, que fica á beira do mar!

Que fica á beira do mar
bem longe do continente
Ai, ai agora fui visitar
Ai, ai,as grutas de S.Vicente!

Gostei muito da viagem
Espero voltar para o Ano
Se tiver saúde e coragem
Ver a Pérola do Oceano

Recados da crise

Aprendi que ninguém é perfeito
Diverge deste ou daquele jeito
Mas é sempre um cidadão
E se a política o apaixona
Nesta época pouco abona
Tudo ralha e ninguém tem razão

Então se ela é dura
E sem querer fazer censura
Vou deixar aqui um aviso
Pra ser político prestável
E também ser aceitável
Tem de estar onde é preciso.

Também aprendi a respeitar
Que para bem governar
Existe um bom mandamento
Porque estando a Pátria a sofrer
Não se pode deixar morrer
Mas salvar enquanto há tempo.

São as tais oportunidades
Onde se exigem responsabilidades
De quem pela política vai ganhando
E não desperdiçar a convergência
Ainda que se faça exigência
Porque o País está precisando.

Assim faço um apelo
Aos tidos com mais zelo
Que representam Portugal
Não o deixem na miséria
Porque em toda esta matéria
Toda a gente fica mal.

Sabemos das dificuldades
Mas usando boas vontades
Com os impostos a crescer
Agora sem entendimento
Neste próximo orçamento
O pobre Povo irá sofrer

domingo, 17 de abril de 2011

Dia Mundial do Beijo

Se os beijos dão saúde
É um negócio a pensar
Devia haver na farmácia
Beijinhos para comprar

É claro que comprados
não tem o mesmo sabor
é o mesmo que serem dados
através do computador

Com os olhos eu te beijo
E com a boca te chamo
Com os lábios eu te beijo
Com o coração eu te amo

O beijo dado na boca
É dado com emoção
Não fica a marca na boca
Mas fica no coração

Lábios sábios são fadados
para incendiar desejos
e deixam nos beijos dados
Vontade de novos beijos

Beijo na testa é respeito
Beijo no rosto é carinho
Beijo no queixo é vontade
De subir mais um pouquinho

Estudos indicam que o beijo
Quando dado de coração
Além de matar o desejo
Ajuda a combater a depressão

Beijo é algo que faz parte
Da história da humanidade
Há vário relatos sobre ele
Seja de amor ou amizade

Se há gestos de louvar
Digo com toda a franqueza
Não devemos duvidar
É o beijo de certeza

Dá-se beijos na esposa
E a esposa no marido
Apostar a dar mais beijos
Evita o antidepressivo

Há o beijo da doçura
Há o beijo da amizade
também há o da ternura
E o da fraternidade

Termino com um beijinho
E não me julguem snob
Que envio com carinho
para os leitores deste blog

segunda-feira, 28 de março de 2011

A procissão

Ai que vou tão carregada
Com o peso do leitão
Com esta fogaça recheada
A rodar na procissão

As frutas dão cá um cheiro
Que a gula faz aguçar
Frango e chouriço caseiro
E bom vinho a acompanhar

Também leva um pão de ló
Feito pela minha mão
Receita da minha avó
Para manter a tradição!

Recordação da festa de Nossa Senhora dos Bons Caminhos em Regadas


sexta-feira, 25 de março de 2011

Dia do desabafo

Sempre fui impedida de extravasar meus sentimentos, sem expressão sem poder falar, mas um dia dei comigo a pensar, doa a quem doer mas eu tenho o direito de me expressar como desejar. Agora falo o que sinto o que me vai na alma, não me importa se é poesia, verso ou trova.

Somente falo ou escrevo o que sinto
O que me vem do peito e da alma
Podem ter a certeza que não minto
A poesia me deixa mais calma

Não poder extravasar é pior
Do que rachar o coração
Desabafo e fico bem melhor
A puxar pela imaginação!

Transmitir nos meus poemas amor
Não ter que engolir a alegria
Não me fechar na angústia e na dor
Escrever, cantar, ou fazer poesia!

E se o que escrevo não agrada
Então não me leiam por favor
O que publico, pode nem valer nada
Mas não posso interromper meu clamor

Finalmente posso-me orgulhar
A expressar o que me vai no peito
Nem que seja ao menos, sussurrar
Decerto que a isso tenho direito

Já senti muita falta de alguém
E calei quando devia falar
Já pensei que não era ninguém
Por não me poder identificar

Muitos sapos tenho engolido
Sem coragem para reclamar
Já vivi sem ter vivido
Isso eu posso afirmar

Tristezas não pagam dívidas
Diz o povo e tem razão
Por isso cantem comigo
para combater a solidão

Por agora vou terminar
Com esta demonstração
Para os idosos estou a cantar
para os ajudar a combater a solidão

domingo, 13 de março de 2011

Hallowen

Como a minha veia poética anda um pouco em baixo de forma, deixo-vos um poema que fiz pela altura do dia das bruxas.

Apresento-me como uma bruxa
Mas uma bruxa do bem
Quero amar e ser amada
Do jeito que me convém!

Quero muito neste dia
Ao meu Deus agradecer
Por me dar esta magia
Para este verso fazer!

Com a minha varinha de condão
Dou 1 toque de amor, e zás trás
Entro no vosso coração
Sou uma bruxinha de paz!

Voa a minha vassoura de capim
Voa e traz a minha ilusão
Vem pousar em meu jardim
Alegra o meu coração!

Venho dum sítio poderoso
Para encantar vosso dia
Com o meu anel precioso
Cantar-vos uma melodia!

Seja lá do jeito que for
Fada ou bruxa encantada
No meu coração só cabe amor
Sou uma bruxa muito amada!

E com estes poemas de simpatia
Do halloween encantado!
A todos desejo um bom dia
Diversão em todo o lado!

Como feiticeira que sou
Gostava de o mundo melhorar!
Com a minha varinha mágica
Poder a guerra acabar!


terça-feira, 1 de março de 2011

Burro chico

Quando eu era criança
Ainda tenho na lembrança
O meu pai tinha um burrico
Ele era o nosso brinquedo
O nome dele era chico
Montávamos nele sem medo!

E quando chegava o domingo
Pra cachopada era uma alegria
Eu e o meu chico burrico
Toda a gente divertia
Vejam como ele era castiço
Aqui na fotografia!

Na altura do Carnaval
Coitado do pobre burro
Fosse por bem ou por mal
Corria com ele o Entrudo
Lá na terra não havia igual
O Chico valia tudo!

Mais tarde quando cresci
O burro passou a ser para mim
Um transporte de valor!
Passeava nele vaidosa
Como fosse num andor
Da Castanheira à Gestosa!



domingo, 20 de fevereiro de 2011

Primeira comunhão

Quando estava preparada para fazer a primeira comunhão, a situação financeira da minha família estava em crise, visto que o meu pai tinha tido um grave acidente de mota e encontrava-se internado em Coimbra. Mas a minha vida religiosa tinha que percorrer o seu percurso, por esta razão tudo se realizou com a maior simplicidade, a cerimónia realizou-se na igreja paroquial de Castanheira de Pera. Vesti para a ocasião um lindo vestido que me foi emprestado por uma prima que vivia em Lisboa, coisa de luxo para aqueles tempos, sentia-me feliz com todo aquele encanto e magia, os cânticos na igreja, e o clima como tudo decorreu deu-me uma sensação de paz e amor que não se esfumou pelo facto de em casa não ter havido iguarias ou prendas. Agradeço à Maria da luz neta do "Senhor Cepas" ter esta foto, pois deu-ma com muito carinho, a qual guardo no meu álbum com muito amor.

E foi com o Padre Aurélio
Que fiz a primeira comunhão
Foi um dia inesquecível
Com uma linda procissão!

Para recordar com alegria
40 anos já lá vão
Estou aqui na fotografia
Com a bolsinha na mão


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Curso de costura

Frequentei um curso de costura
Onde alguma coisa vim aprender
A ter alguma postura
E os meus conhecimentos enriquecer!

Aprendi entre outras coisas
Com empenho e algum rigor
As novas tecnologias
Em frente ao computador

E durante este curso...
A minha vida mudou.
Às vezes fiz figura de urso
Mas a auto-estima aumentou!

Apesar de ainda ser
Muito fraca a costurar!
Aquilo que aprendi
Já dá para desenrascar!

A costura foi muito complicada

Com formadoras exigentes
Mas sinto-me preparada
Venham lá os clientes!

Eu sou diferente das outras
Aprendi outras saídas
Primeiro faço a roupa
Só depois tiro as medidas!

Mas sinto-me realizada
Bem-haja quem me ensinou
Não sou mestra nem Doutora
Mas gosto de ser quem sou

Quando acabar o estágio
Por conta própria vou trabalhar
Na lojinha ”Carmicita”
É assim que se vai chamar

No poupar é que está o ganho
E não pense 2 vezes
Se for cliente assíduo
Tem um brinde todos os meses

Fica mesmo junto à praia
Depois da ponte passar
Umas calças ou uma saia
Basta só encomendar

Costura e decoração
É aquilo que vou fazer
Aposto na perfeição
para a crise combater